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	<title>Tenacitas &#187; Productos</title>
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	<description>Casa editora com sede em Coimbra</description>
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		<title>Paulo VI, Um Santo em Portugal</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Nov 2018 00:01:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Esther Carreño]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><strong>Páginas</strong>: 232</p>
<p><strong>ISBN:</strong> 978-989-8665-45-4</p>
<p><strong>Data</strong>: Novembro de 2018</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 14 de Outubro de 2018, decorreu em Roma a canonização de Paulo VI, um dos grandes Papas do século XX e o primeiro pontí­fice a visitar Portugal. Esta obra apresenta-nos a história atribulada da sua peregrinação a Fátima em 13 de Maio de 1967, na celebração do cinquentenário das Aparições, e da sua mensagem de paz. Vivia-se um contexto internacional marcado por conflitos bélicos, como o do Vietname ou as guerras de independência em África, e as tensões entre as duas superpotências da época<strong>.</strong></p>
<p>“Em 1967, o país via-se envolvido em disputas diplomáticas que quase fizeram gorar a viagem a Fátima de Paulo VI, o primeiro Papa a visitar Portugal. Curiosamente ambos os lados do espectro político português eram unânimes em opor-se à ideia. O regime estava melindrado com as aberturas consideradas liberais de Paulo VI, enquanto a oposição não queria Salazar a beijar o anel papal. Esta é a história que as páginas deste livro lhe contam em pormenor”.</p>
<p><em>João César das Neves</em></p>
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		<title>Campo da Ínsua dos Bentos</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 10:46:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Esther Carreño]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p>La entrada <a rel="nofollow" href="https://www.tenacitas.pt/producto/campo-da-insua-dos-bentos/">Campo da Ínsua dos Bentos</a> aparece primero en <a rel="nofollow" href="https://www.tenacitas.pt">Tenacitas</a>.</p>
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		<title>A Caminho da República</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2015 00:38:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Webmaster WordPress]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><strong>Subtítulo:</strong> Imagens que mudaram a face da opinião pública portuguesa<br />
<strong>Data de edição:</strong> Novembro 2014<br />
<strong>Páginas:</strong> 150<br />
<strong>ISBN:</strong> 978-989-8665-01-0</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A iconografia representa, para o período de ascensão do republicanismo (1875-1908), uma viragem extraordinariamente eficaz na propaganda política no nosso país, dirigida a uma população com quase 80% de analfabetos. Por meio dessa ferramenta os republicanos conseguiram (des)construir as regras e convenções, conscientes ou inconscientes, que controlavam a percepção e interpretação das imagens dentro da cultura portuguesa da época. A iconografia foi, não só, um trabalho de paciência, desmascarando as torpezas da monarquia, mas, essencialmente, uma extraordinária estratégia para despertar os espíritos do entorpecimento trágico em que haviam caído.</p>
<p>Numa das suas múltiplas caricaturas sobre o estado do país e o espírito povo, Rafael Bordalo Pinheiro interrogava-se se alguma vez o Zé-povinho erguer-se-ia e retiraria o fardo, muito pesado, dos (maus) anos de governação da monarquia em Portugal. Essa é a pergunta à qual o livro – através da análise de oito episódios e de mais de oitenta imagens – procura dar resposta. Após a sua leitura, ficar-se-á a entender se o regicídio e a consequente implantação da República, dois anos mais tarde, significaram movimentos laterais às reais aspirações do povo ou se, pelo contrário, a opinião pública portuguesa desempenhou um papel activo no processo de rompimento com a monarquia constitucional.</p>
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		<title>E Estes Não Serão Homens?</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2015 00:37:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Webmaster WordPress]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><strong>Subtítulo:</strong> Os dominicanos e a evangelização das Américas<br />
<strong>Autores:</strong> Bartolomé Las Casas, Francisco de Vitória, António de Montesinos<br />
<strong>Data de edição:</strong> Junho 2014<br />
<strong>Páginas:</strong> 242</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1510, os dominicanos espanhóis chegaram às Américas (ilha de La Hispaniola, actualmente República Dominicana e Haiti). Um ano foi mais que suficiente para se darem conta do desrespeito geral e violento para com os índios daquelas paragens. Em<br />
21 de Dezembro de 1511, num sermão construído por toda a comunidade dos frades e pregado na igreja por fr. António de Montesinos, O.P., denunciaram publicamente aquela situação e pediram a conversão dos colonos súbditos da coroa espanhola. É desse acto profético e do seu contexto, bem como da sua necessária actualização, que dá conta a primeira parte deste livro.</p>
<p>Mais tarde, e já depois da dispersão daquela comunidade de frades dominicanos pelos muitos territórios das Américas, fr. Bartolomeu de Las Casas, O.P., demonstrou inequivocamente que os interesses gananciosos dos seus compatriotas espanhóis, em<br />
busca de ouro e outras matérias-primas, sem qualquer problema em recorrer à violência e à escravatura, era afinal uma prática generalizada em todo aquele<br />
continente. A sua Brevíssima Relação da Destruição das Índias constitui a segunda parte da presente obra.</p>
<p>Entretanto, outros frades dominicanos, em Espanha, especialmente em Salamanca, começam uma reflexão teológica a partir das notícias, testemunhos e actuação<br />
dos seus irmãos missionários no continente americano. O mais conhecido é, sem dúvida, fr. Francisco de Vitória, O.P., que fundamenta juridicamente a defesa<br />
dos índios e se torna o verdadeiro pai do direito internacional. A sua Doutrina Sobre os Índios preenche a terceira e última parte do livro.</p>
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		<title>O Gymnasio de Coimbra</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2015 00:35:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Webmaster WordPress]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><strong>Data de edição:</strong> Maio 2014<br />
<strong>Páginas:</strong> 160</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>De um grupo de jovens rapazes surgiu em Coimbra, nos finais do século XIX, uma pequena sociedade de ginástica que, com os anos, se tornou numa instituição de grande relevo. No entanto, o percurso de vida do Gymnasio de Coimbra não foi estável, alternando momentos de grande sucesso com períodos de grande instabilidade. A sua história leva-nos aos primórdios da educação física e do desporto na cidade.</p>
<p>O desafio deste livro está em tentar esclarecer a forma como o Gymnasio de Coimbra realizou o processo de difusão e implementação da educação física e do desporto, no sentido da regeneração da juventude portuguesa, com o objetivo de a tornar ativa e útil à sociedade.</p>
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		<title>Eichmann em Jerusalém. Uma Reportagem sobre a Banalidade do Mal</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2015 00:32:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Webmaster WordPress]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><strong>Subtítulo:</strong> (3ª edição)<br />
<strong>Data de edição:</strong> Outubro 2013<br />
<strong>Página:</strong> 396<br />
<strong>ISBN:</strong> 978-972-8758- 09-7</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As reflexões de Hannah Arendt sobre a pessoa de Eichmann e sobre o Holocausto são perturbantes, afastando-se do conceito do «mal radical» e insinuando o conceito da «banalidade do mal», assim questionando a humanidade sobre os seus valores mais profundos. [&#8230;]</p>
<p>Eichmann era uma pessoa normal, não sádico nem demoníaco, antes diligente e cumpridor. [&#8230;]</p>
<p>Para Hannah Arendt, «&#8230; no Terceiro Reich, o mal tinha perdido aquela característica que o torna reconhecível para a maior parte das pessoas &#8211; a característica de ser uma tentação. [&#8230;]</p>
<p>Uma cortante lucidez e, ao mesmo tempo, um «espírito» jornalístico tornam este livro de Hannah Arendt numa permanente interrogação sobre os fundamentos últimos da condição humana. A não perder.</p>
<p>F. Teixeira da Mota</p>
<p><strong>(fora de catálogo)</strong></p>
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		<title>Vida de São Domingos</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2015 00:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Webmaster WordPress]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><strong>Data de edição:</strong> Agosto 2013<br />
<strong>Páginas:</strong> 328<br />
<strong>ISBN:</strong> 978-989-8665-022-7</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Esta obra nunca teria sido possível se o seu autor não sentisse verdadeiro interesse, admiração ou mesmo simpatia pelo Santo Fundador da Ordem dos Pregadores. Há, com efeito, uma verdadeira afinidade entre as duas figuras, a do biógrafo e a do biografado, que não deixa de impressionar. Cada um deles foi em toda a verdade homem de Igreja e homem do seu tempo e, apesar da distância histórica de seis séculos como da enorme diferença cultural entre o tempo e a Igreja de cada um, coincidem, em pontos essenciais que nos recordam valores indiscutíveis da Igreja de todos os tempos.</p>
<p>Para Lacordaire descobrir São Domingos e a sua Ordem deve ter tido o gosto de reencontrar a sua verdade pessoal, de confirmar as mais profundas intuições de si mesmo.<br />
Frei Mateus Cardoso Peres, o.p.</p>
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		<item>
		<title>Santa Joana de Chantal. Fundadora da Visitação</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2015 00:24:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Webmaster WordPress]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><strong>Data de edição:</strong> Janeiro 2013<br />
<strong>Nº de páginas:</strong> 182<br />
<strong>ISBN:</strong> 978-972-8758- 98-1</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Joana de Chantal entrou na história por muitas razões. Basta dizer que, à data da sua morte, tinha fundado oitenta e cinco mosteiros, em França e na Europa do século XVII, e que a sua vida, tão complexa, oferece um testemunho excepcional de oração e espiritualidade. Não teve outro desejo além de fazer sempre a vontade de Deus.</p>
<p>A vida apaixonante de Santa Joana de Chantal interessa não só às religiosas contemplativas mas também a tantas pessoas cuja vocação é viver o Evangelho «no meio das confusões do mundo». Essas confusões que Joana, a filha do presidente</p>
<p>Frémyot, a esposa do barão Christophe de Rabutin-Chantal, a mãe de seis filhos e a viúva conheceu durante trinta e oito anos, antes de fundar a Ordem da Visitação, com São Francisco de Sales, e que enfrentou como mulher de grande coração e de fé intrépida.</p>
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		<title>A Restauração da Província Dominicana em Portugal</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2015 00:22:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Webmaster WordPress]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><strong>Subtítulo:</strong> Memórias e Desafios<br />
<strong>Data de edição:</strong> Janeiro 2013<br />
1ª edição<br />
<strong>Nº de páginas:</strong> 159<br />
<strong>ISBN:</strong> 978-972-878-96-7</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Província Portuguesa da Ordem dos Pregadores promoveu, entre as várias comemorações do 50º aniversário da sua Restauração (1962-2012), um Colóquio que reflectisse sobre o seu passado, presenças e apostolados. Este livro reúne as actas deste Colóquio, que oferecem uma síntese rica e diversificada do que foi e é a presença dominicana em Portugal.</p>
<p>A Ordem dos Pregadores tinha permanecido em Portugal desde os tempos do seu fundador, no longínquo início do século XIII (1217), até à sua exclaustração em 1834. A reconstrução de uma presença efetiva dos frades de S. Domingos no nosso país levará à restauração da Província em 1962, permitindo que se fizesse presente, de novo, entre nós o carisma dominicano da pregação.</p>
<p>Esta proposta de reflexão representa também um momento alto de encontro de toda a família dominicana: monjas, irmãs e leigos que contribuíram, cada um à sua maneira, para que os frades da Província portuguesa pudessem realizar a sua missão apostólica, seguindo as pegadas de S.Domingos.</p>
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		<title>Dom Isaac Abravanel</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2015 00:21:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Webmaster WordPress]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1"><strong>Subtítulo:</strong> Estadista e Filósofo</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><strong>Autor:</strong> Benzion Netanyahu</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><strong>Data de edição:</strong> Dezembro 2012</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><strong>N.º de páginas:</strong> 386</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><strong>ISBN:</strong> 978-972-8758- 99-8</span></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">Figura ímpar do Renascimento português, Isaac Abravanel, além de estadista, diplomata, cortesão e financeiro de renome internacional, foi senhor de um saber enciclopédico, um notável exegeta e filósofo, e um escritor brilhante. Nele cruzaram-se e encerraram-se, em simultâneo, duas antigas linhagens da tradição judaica: a dos estadistas e a dos filósofos judeus medievais.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A vida e a obra de Isaac Abravanel, nascido em Lisboa em 1437, foi marcada pela tragédia da perseguição aos judeus peninsulares. Tesoureiro de D. Afonso V, é condenado à morte no reinado de D. João II pela sua proximidade à Casa de Bragança; refugia-se em Castela, onde lidera com grande coragem a comunidade judaica que será expulsa deste país pelos Reis Católicos em 1492; exilando-se desta vez em Itália, onde morre em Veneza no ano de 1508. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Qualquer que seja a opinião que formemos sobre o impacto de Isaac Abravanel na </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">história, é indiscutível que ele simbolizou um dinamismo que levou o povo judeu a sair de um terrível impasse. (&#8230;) Abravanel deu à sua geração a resposta que esta esperava ouvir, confrontada que estava com o abismo do mais negro desespero, a única resposta capaz<span class="Apple-converted-space">  </span>de sacudir indivíduos desesperados e a única susceptível de dar novo sentido às suas vidas e às suas lutas.</span></p>
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