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	<title>Tenacitas &#187; Productos</title>
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	<description>Casa editora com sede em Coimbra</description>
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		<title>Uma Democracia Sustentável</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2015 23:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Webmaster WordPress]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><strong>Data de edição:</strong> Novembro 2010<br />
<strong>N.º de páginas:</strong> 342</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma Democracia Sustentável é um livro de reflexão política que reúne dez anos de textos que Paulo Rangel tem vindo a escrever sobre temas institucionais, de justiça, de políticas sociais, de coesão territorial e de estratégia europeia e global. O livro tem um prefácio de António Barreto.</p>
<p>Paulo Rangel traz à política algo que muita falta nos faz: cultura. Não o vejo limitar-se ao raciocínio táctico ou à maledicência partidária, muito menos à exibição satisfeita da sua vaidade. Escreve sem clichés nem lugares comuns, bateria obrigatória da maior parte das intervenções públicas dos nossos políticos. Fala sem recorrer a frases feitas e a fórmulas inventadas para a televisão, ingredientes indispensáveis para a expressão dos políticos medíocres que abundam em Portugal e na Europa. Ora, o problema não é só de estilo ou de “letras”. Quem assim fala e escreve é porque pensa assim. A experiência académica de Rangel é visível no modo como argumenta e discute. Noto até, suprema raridade, a revelação de dúvidas, mesmo quando defende as suas causas. Sabemos que a tradição política é a da afirmação, mas também é conhecido que essa está ao alcance de todos, enquanto a exibição da dúvida não. Pensar faz tanta falta à política como a qualquer outra actividade. E Rangel gosta de o fazer.</p>
<p>António Barreto</p>
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		<title>Em Que Momento se Tornou Portugal num País Independente</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2015 16:17:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Webmaster WordPress]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><strong>Data de edição:</strong> Outubro 2001<br />
<strong>Nº de páginas:</strong> 100<br />
<strong>ISBN:</strong> 972-98538-6-X</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Neste «clássico» do pensamento ocidental, Benjamin Constant reflecte sobre duas categorias, «liberdade dos antigos» e «liberdade dos modernos”, que correspondem a dois modelos de organização do poder político e da própria sociedade. De um lado a liberdade «antiga», ligada à participação política, e, do outro a liberdade «moderna», exigindo a não interferência do poder na esfera privada.</p>
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		<title>Ideia de Uma República Perfeita</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2015 16:16:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Webmaster WordPress]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><strong>Data de edição:</strong> Maio 2001<br />
<strong>Nº de páginas:</strong> 42<br />
<strong>ISBN:</strong> 972-98538-4-3</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ideia de uma república perfeita é o mais singular dos escritos de Hume, e o mais sujeito à divergência dos comentadores, não quanto ao seu conteúdo, mas quanto à seriedade do seu propósito, havendo mesmo quem sustente que se trata de um mero divertimento intelectual do filósofo escocês.</p>
<p>Rejeitando as utopias do passado, que qualifica de fantasiosas, David Hume traça o projecto de um sistema de governo, gizado ao pormenor, com vista a garantir a estabilidade e a viabilidade de um regime republicano num território extenso, como o da França ou da Grã-Bretanha.</p>
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		<title>A Liberdade dos Antigos Comparada à dos Modernos</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2015 16:15:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Webmaster WordPress]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><strong>Data de edição:</strong> Abril 2001<br />
<strong>Nº de páginas:</strong> 36<br />
<strong>ISBN:</strong> 972-98538-3-5</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Neste «clássico» do pensamento ocidental, Benjamin Constant reflecte sobre duas categorias, «liberdade dos antigos» e «liberdade dos modernos”, que correspondem a dois modelos de organização do poder político e da própria sociedade. De um lado a liberdade «antiga», ligada à participação política, e, do outro a liberdade «moderna», exigindo a não interferência do poder na esfera privada.</p>
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		<title>Ética na Sociedade Plural</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2015 16:14:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Webmaster WordPress]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><strong>Data de edição:</strong> Abril 2001<br />
<strong>Nº de páginas:</strong> 280<br />
<strong>ISBN:</strong> 972-98538-5-1</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Pensar os problemas morais é uma exigência inelutável do nosso tempo. Mas nas modernas sociedades pluralistas coexistem muitas e variadas ideias e atitudes sobre as grandes questões da vida e da morte.</p>
<p>Como, então, saber onde está o bem? E como lograr a convivência e a colaboração social entre gente com ideias tão diversas? Como respeitar a dignidade de cada pessoa e de cada cultura sem prejudicar a universalidade de valores? Será que o Estado ofende a minha liberdade, quando impõe um determinado padrão de redistribuição de rendimentos? São interrogações que dominam este livro, onde se analisa criticamente a resposta que lhe é dada pelo individualismo liberal.</p>
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